Teresa Arruda Alvim participou da mesa redonda “Filtro de Relevância no STJ”, promovida pela FGV Justiça em São Paulo
Nesta segunda-feira (31) pela manhã, houve uma mesa redonda na FGV, em São Paulo, em que quatro ministros — Luis Felipe Salomão, Antonio Carlos Ferreira, Paulo Sérgio Domingues e Ricardo Villas Bôas Cueva —, alguns professores de processo e representantes de vários setores da advocacia discutiram a implementação do filtro da relevância no Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Os diálogos se deram no plano da Constituição, da Lei e da recente modificação do regimento interno deste mesmo tribunal. Teresa Arruda Alvim participou como convidada, acadêmica, e, como fizeram os que se manifestaram, fez observações críticas a algumas regras recém-criadas, embora o clima do evento tenha sido de grande entusiasmo com a inovação.
A carga de trabalho do Superior Tribunal de Justiça é representada por números estratosféricos e não encontra paralelo em nenhum outro país do mundo. Dessa constatação decorre a inexorabilidade da instalação de um filtro, como ocorre em tantos outros países e pelas mesmas razões.




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