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Teresa Arruda Alvim critica uso de precedentes para barrar recursos

14 de jul.
1 min de leitura

Em entrevista ao Migalhas, Teresa Arruda Alvim avalia os 10 anos de vigência do CPC/15, defende que se deve usar o sistema de precedentes para que ele cumpra a sua finalidade predominante, que é de gerar um direito mais previsível, uma sociedade mais tranquila.


Teresa considera, também, que a consequência da diminuição da carga de trabalho dos tribunais é uma decorrência desejável e inexorável, mas não é a finalidade principal do sistema de precedentes.


"Nenhuma lei tem o condão de transformar a realidade, diminuindo os danos causados em massa, nem a potencialidade de tornar as pessoas mais éticas. Mas, na medida em que um código novo pode efetivamente gerar alterações positivas na realidade, eu acho que isso aconteceu."


Confira a entrevista na íntegra clicando aqui.


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